quarta-feira, 16 de maio de 2012

Dia das Mães é todo dia!

Ainda com o dia das mães em nossos corações, viemos postar algumas das lindas fotos que tiramos nesse dia tão especial. Para que todos fossem contemplados com um carinho especial, dividimos a homenagem em vários momentos, em que registramos. Postamos, destes, alguns instantes, que valem mais do que ouro.
Acima as crianças do MII se preparando para a apresentação.

As turmas de grupo I do primeiro turno se apresentando.

A mãe da Maria Clara sendo coroada a "Miss Pio XII", mas para isso ela mostrou que tem rebolado.

No turno da tarde as crianças de grupo II se apresentaram também

E acima são as crianças de grupo I

Os pais estavam emocionados... principalmente depois do vídeo/mensagem feito pela equipe.

Crianças e mães na confecção da lembrança.

As oficinas se dividiram pelas turmas... a lembrança foi uma linda borboleta de "perfex"

No detalhe um lanche simples, mas cheio de amor, preparado por cada professora, com bolo e guaraná geladinho.

Parabéns equipe e responsáveis!

terça-feira, 15 de maio de 2012

Pensando um artigo retirado da rede...


Em meio a tantas polêmicas geradas pela popularmente chamada "Lei da palmada", postamos um artigo que achamos interessante e que nos faz refletir sobre o uso da agressão como forma de solucionar conflitos com as crianças. Boa leitura!


Por que bater não educa e ainda torna o seu filho agressivo, agora e no futuro

Estudo canadense reforça o quanto a agressão só traz como resultados a tristeza, a depressão, a violência e a infelicidade na vida de uma criança

Bater, gritar, chacoalhar a criança na hora de um ataque de birra. Com certeza, você já presenciou uma cena dessa em algum momento. O que você achou? Agressivo, né? Pois bem. Infelizmente, essas “técnicas” para mudar o comportamento de um filho continuam firmes e fortes no dia a dia de algumas famílias. E comentários do tipo “não concordo em espancar, só dou um tapinha na mão” são fáceis quando o assunto palmada é foco de alguma nova reportagem. Faz parte desta lista o “apanhei e não sou revoltado”, e por aí vai. OK. Você apanhou e hoje está batendo... 

É exatamente esse ato-reflexo da agressividade a conclusão de um novo estudo publicado no Canadian Medical Association Journal. Após uma revisão de 20 anos de pesquisas sobre o assunto, cientistas da Universidade de Manitoba constataram que nenhuma das pesquisas durante esse período sobre o impacto da 
palmada mostrou qualquer benefício da agressão como forma de educar. E mais: crianças que apanharam na infância tornam-se agressivas, hoje e no futuro, seja com amigos, irmãos, companheiros, parentes, na faculdade, no trabalho. Sim, elas vão repetir o que aprenderam quando pequenas.
Se você apanhou, também deve se lembrar bem do sentimento que tinha naquela hora. “A criança que sofre agressão se sente rejeitada pelos pais, e isso contribui para sua baixa autoestima, transtornos de ansiedade, depressão, estresse”, afirma Gustavo Teixeira, psiquiatra e autor dos livros Manual Antibullying e Desatentos e Hiperativos(ambos da Ed. BestSeller). Além disso, a autoestima devastada de uma criança a torna alvo de bullying como também é mais fácil ela se tornar o agressor. 

Ainda assim, mediante tanta informação e tanta comprovação do quanto ser agressivo com o filho só traz resultados negativos isso ainda é tão forte na sociedade. Por quê? “Por resistência, negação do problema, desinteresse em mudar, pressa em uma solução rápida, com péssimos resultados depois”, reforça Gustavo. Não tem segredo. Para educar uma criança, é preciso paciência, persistência, tempo e carinho. “Eu continuo sempre acreditando que uma hora isso vai mudar”, diz Gustavo. Nós aqui também!

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Palmada no descontrole

Enquanto a Lei da Palmada não entra em vigor, veja aqui por que bater na criança ainda é uma alternativa tão aceita pela sociedade - e como, apesar de muitos ainda acharem o contrário, ela NÃO funciona

Mais de um ano após o projeto de lei contra maus-tratos ter causado um alvoroço de discussões no Brasil, nesta terça (22) o assunto voltou a ser discutido em audiência pública promovida pela Comissão Especial da Educação Sem Uso de Castigos Corporais, que analisa o Projeto de Lei 7672/10. Tudo indica que a Lei da Palmada deve ser votada em comissão especial criada para estudar a proposta no dia 6 de dezembro. Se for aprovada, segue para o Senado e, então, poderá alterar o Estatuto da Criança e do Adolescente. Tudo para garantir que as crianças sejam educadas pelos adultos com carinho – da forma que merecem. 

Theo tem ainda poucos meses de vida, mas o sofrimento com as cólicas parece de gente grande. Um dia, depois de um longo choro, ele finalmente dormiu. Mas naquele momento sua prima, Isabela, 2 anos, entrou no quarto do bebê tagarelando. A mãe pediu à filha que falasse baixinho para não acordar o primo. Isabela, no seu íntimo, ouviu uma ordem completamente inversa e começou a falar cada vez mais alto. A mãe insistiu, ainda com muito jeito, e a menina continuou gritando. Até que a mãe soltou a frase ilustre: “Quer apanhar?”. E a menina, surpreendentemente disse: “Queeerooo!”, como se fosse ganhar um brinquedo novo.
De um lado há Isabela, que, como toda criança da sua faixa etária, entende e pronuncia várias palavras, mas não sabe exatamente o que elas significam. De outro, a publicitária Tatiane Costa, 30, assume que já esteve várias vezes por um triz de dar uma palmada na filha, principalmente quando se sente desafiada por ela, e que até já chegou a ameaçá-la, como no dia descrito acima. Mas Tatiane resiste. “Quero que ela me respeite e me obedeça entendendo que eu a amo e quero o melhor para ela, e não por medo da ameaça de dor física.”
Não há pai ou mãe que não tenha vivido essa dúvida em algum momento. Estamos em uma sociedade à beira de um ataque de nervos e a violência parece uma alternativa. “A palmada nos filhos é uma estratégia bastante utilizada, como uma medida de emergência ou quando julgam ter esgotado todos os recursos”, observa Luciana Caetano, autora de É Possível Educar Sem Palmadas? (Ed. Paulinas). “Só que os pais confundem palmada com impor limites.” E não notam, então, que ela não funciona de fato. Mais que isso: tem efeitos colaterais bem sérios. “A surra alivia a culpa. A criança que leva uma palmada se sente livre para fazer a coisa errada novamente, pois ‘já pagou’ pelo erro anterior. Por outro lado, pode gerar na criança o sentimento de que é muito má e desobediente e, por isso, merece esse tipo de tratamento.”
O medo de falhar na educação dos filhos nos atormenta. E hoje parece estar tudo ainda mais complexo do que na época de nossos pais e avós. Sentimos uma pressão geral para não cometermos deslizes na criação dos filhos, que também não podem errar.
Resultado? Um grande conflito sobre como impor limites, ensiná-los a lidar com frustrações e, principalmente, fazê-los aceitar regras sem, para isso, temer as hierarquias e, sim, respeitá-las. Em meio a tanta correria, lutamos para ganhar tempo. E o tempo da educação é outro.
Não é à toa que a chamada Lei da Palmada – projeto apresentado em maio de 2010 pela ministra de Direitos Humanos, Maria do Rosário, ainda em tramitação – gerou tanto debate entre especialistas e desaprovação de boa parte da população. A lei que veta castigos físicos a crianças foi reprovada por 54% dos 10.905 entrevistados pelo Instituto Datafolha em julho do ano passado, e 36% revelaram ser favoráveis. A mesma pesquisa identificou que 72% dos que já eram pais haviam sofrido algum tipo de castigo físico, sendo que 16% disseram que apanhavam sempre quando crianças.
Segundo os especialistas, há uma tendência de repetição de comportamento de quem apanhou dos pais, como o caso da assistente administrativo Thaís Sadério, 31 anos, mãe de duas meninas, com 6 e 8. “Acho que as palmadas educam. Levei as minhas quando criança e não sou traumatizada ou revoltada. Funcionou comigo e com meus irmãos. Com as minhas filhas, eu chamo atenção até duas vezes, alertando para não fazer e por que não fazer. Se repetirem, entro com as palmadas. É o meu jeito de impor limites agora para formar um adulto melhor”, diz.

Temos direito à palmada?

A discussão sobre a lei trouxe muitas opiniões diversas, inclusive a favor do direito dos pais de bater “de vez em quando” e contrárias à interferência do Estado sobre a educação dos filhos de cada família. Durante uma audiência pública no dia 30 de agosto, em Brasília, alguns equívocos criados em torno da lei foram esclarecidos: a lei não propõe prender ninguém. A principal causa do projeto é provocar a reflexão nas famílias brasileiras sobre práticas automáticas e sem sentido, indicando que não podem ser utilizados castigos corporais e tratamento cruel e degradante. “Queremos uma lei que apoie as famílias. Jamais uma intervenção do Estado na vida das pessoas”, declarou a ministra Maria do Rosário, em evento sobre o assunto em junho deste ano.
A terapeuta infantil Denise Dias, autora do recém-lançado Tapa na Bunda – Como Impor Limites e Estabelecer um Relacionamento Sadio com Crianças em Tempos Politicamente Corretos (Ed. Matrix), acha que foram atribuídos significados inadequados a palavras como autoridade e castigo, e isso contribuiria para que os “pais de hoje sofram por não ter a certeza de como agir como pais e pequem na permissividade”. Ela defende a palmada e castigos desde que aplicados com critérios conforme o nível de infração cometida pela criança. “Se o seu filho joga no chão o brinquedo do irmãozinho e você já lasca um tapa na poupança dele, o que vai fazer quando ele gritar ou xingar você?”, alerta Denise no livro.
Ângela Maria Gonçalves, 43 anos, mãe de um menino com 4, já passou por isso. Bateu no filho porque ele a xingou, algo que ela não admite. “Foi uma situação limite. Eu costumo ser bastante carinhosa e conversar muito com ele. Educar dá trabalho e requer habilidade e esforço”, diz.
Educar realmente dá trabalho. Talvez por isso cada vez mais se empurre essa responsabilidade para a escola. Mas, no Reino Unido, está sendo exigido da escola até mesmo a volta da palmatória. Segundo dados de uma pesquisa do suplemento de educação do jornal The Times, que ouviu mais de 2 mil pais e mães ingleses, 49% acham que castigos dados por professores deveriam voltar para as escolas. A pesquisa foi lançada em um momento em que o secretário de Educação, Michael Gove, quer dar mais poder aos professores para repreender os alunos. Muitos professores não concordam. Desde 1984 a legislação inglesa veta castigos físicos nas escolas.
O pediatra Lauro Monteiro, editor do site Observatório da Infância, risca de sua lista qualquer tipo de agressão, seja um tapinha, seja uma surra. Para ele, as crianças devem ter limites bem estabelecidos, com firmeza, pelos pais. “Bater em uma criança é sempre um ato de covardia, abuso do mais forte contra o mais fraco”, ressalta ele, que esteve 35 anos à frente do Serviço de Pediatria do Hospital Municipal Souza Aguiar, do Rio de Janeiro, 18 anos na Associação Brasileira Multiprofissional de Proteção à Infância e Adolescência (Abrapia) e 40 anos em consultório.
No Instituto da Criança, do Hospital das Clínicas de São Paulo, da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP), a equipe de médicos, enfermeiros, assistentes sociais e psicólogos é treinada para diferenciar uma violência de um acidente, e os maus-tratos são comunicados ao Conselho Tutelar ou à Vara da Infância. No primeiro semestre de 2010, o Instituto registrou 60 casos de maus-tratos infantis, 36% a mais que o ano anterior. De acordo com o pediatra da casa, Antônio Carlos Alves Cardoso, 75% das agressões acontecem com crianças menores de 2 anos. Em 60% dos casos a agressora é a mãe. De acordo com a tese de doutorado de Cardoso sobre o assunto, mais de 90% das que sofrem agressão terão sequelas físicas ou psicológicas. Mas bater é uma das formas de maus-tratos à criança. Existem outras tão ou mais graves como as agressões psicológicas, abuso sexual, síndrome do bebê sacudido e negligência. Essa, segundo Cardoso, responde por 60% das ocorrências, enquanto agressão física está em 25% dos registros.
A prefeitura de Mogi das Cruzes, na Grande São Paulo, foi a primeira a obrigar redes pública e privada de atendimento médico a notificar casos de suspeita de agressão. Antes da implantação do Sistema Integrado de Saúde, os pais levavam os filhos com hematomas a locais diferentes de atendimento para não levantar suspeita. Agora, com a rede de dados, checa-se o histórico. Após a criação do serviço, em quatro meses o número de notificações chegou a 51, enquanto em todo o ano anterior foram 26.
Rumo ao bullying
Mas a grande pergunta de muitos pais é: dá para educar sem bater? Para o administrador de empresas Ricardo Vieira Simplício, 38 anos, pai de um casal, Giulia, 13, e João, 3, sim, pois ele defende que “educar é pegar na mão” e dialogar. Já bateu uma vez nos dois, apanhou quando pequeno, mas acredita que na conversa e sob estado emocional equilibrado dos pais é que eles aprendem de fato. “Abre um horizonte incrível de possibilidades”, diz Simplício.
Na cidade de São Carlos, interior de São Paulo, Lúcia Cavalcanti de Albuquerque Williams, coordenadora do Laboratório de Análise e Prevenção da Violência, da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), estuda o assunto e diz que ao contrário do que muitos adultos pensam, o castigo corporal não torna as crianças obedientes a curto prazo, não promove a cooperação a longo prazo ou a internalização de valores morais, nem reduz a agressão ou o comportamento antissocial. O uso frequente desse método ensina para a criança que os conflitos e diferenças podem ser resolvidos com o uso da força e alimentam o ciclo de violência em nossa sociedade. Segundo ela, pesquisas indicam que os alunos que são autores de bullying na escola, em sua maioria, vêm de lares onde há utilização de violência física como forma de disciplina. “Geralmente a família é descrita como hostil e permissiva, tem poucas habilidades de resolução de conflitos e ensina suas crianças a revidarem à mínima provocação”, conta. Em um estudo recente realizado por ela e pela psicóloga Fernanda Pinheiro com 239 alunos de três escolas públicas da cidade, com idades entre 11 e 15 anos, 49% admitiram envolvimento com bullying nos três meses anteriores à pesquisa, sendo que 26% disseram-se vítimas, 21% alvos e autores, e 3% apenas autores. De todos eles, somente 15% afirmaram não ter sofrido qualquer violência dos pais.
Muitas vezes, a violência física ou psicológica acaba acontecendo num rompante, e não por metodologia. Nesses momentos os pais podem sentar com seus filhos e serem sinceros com eles, explicando que perderam o controle e que se arrependem. Esse tipo de atitude, que é um ótimo exemplo de humildade e de respeito com o outro, é estimulada pela rede Não Bata, Eduque, criada para provocar o debate no Brasil. Duas das instituições integrantes dela são a Fundação Xuxa Meneghel e a Save the Children, da Suécia. Suas representantes, respectivamente Xuxa Meneghel e a rainha Silvia, participaram no meio deste ano de um evento na Câmara dos Deputados sobre a Lei da Palmada, e prometeram se manter atentas ao rumo que a discussão irá tomar. A Suécia tem experiência: foi o primeiro país a banir castigos físicos, em 1979. Hoje outras 28 nações – como Dinamarca, Espanha, Alemanha, Portugal, Uruguai e Venezuela – aprovaram medidas banindo a prática. “Uma das coisas mais importantes para evitar ou diminuir os conflitos dentro de casa é conhecer as fases do desenvolvimento de uma criança, bem como suas características, limitações e os cuidados necessários em cada uma delas. Sem conhecer esses limites dados pelo desenvolvimento, os pais tendem a se irritar com o que a criança faz ou não consegue fazer”, diz Ana Paula Rodrigues, coordenadora do Programa de Atendimento Integrado da Fundação Xuxa Meneghel.
Ser pai exige treino contínuo. Mudamos de ideia, aprendemos e reaprendemos o tempo todo. O mundo está assim: por trás desses movimentos em que as pessoas se tornam mais conscientes de seus atos há uma palavra mágica – respeito. Crianças merecem respeito, amor e afeto, e também têm o direito de crescer com limites. A terapeuta Luciana Caetano apresenta em seu livro um capítulo chamado “Amor”, em que ela elenca desejos de “boas escolhas” aos pais. A primeira delas termina bem esta reportagem: “Que você escolha educar o seu filho todo dia, em vez de uma vez por todas.”
Por que não ser agressivo com os filhos nunca

• Mesmo obedecendo, a criança que apanha não aprende, apenas deixa de fazer certas coisas por medo de apanhar.
• O castigo físico ensina que “é batendo que comunicamos coisas importantes”. Quando têm medo de ser castigadas, as crianças não se arriscam a tentar coisas novas. Assim, não desenvolvem sua criatividade, sua inteligência e seus sentidos.
• Apanhar pode gerar na criança o sentimento de que ela é muito má e desobediente e, por isso, merece esse tipo de tratamento.
• A maioria dos autores ou vítimas de bullying vêm de lares onde há utilização de violência física como forma de disciplina.
• Até um adulto, quando apanha, sente-se humilhado. Ninguém tem motivação para agradar a pessoa que maltrata. O sentimento é de ressentimento, medo ou desejo de revidar.
• 38% de crianças e jovens que fogem de casa apontam como causa a tentativa de escapar dos problemas de convivência no lar.
• Os maus-tratos prejudicam o desenvolvimento porque reduzem o funcionamento intelectual - afetando a memória, a leitura e as habilidades intelectuais em geral, o que traz problemas escolares; levam a condutas inadequadas, antissociais e repetição de modelos agressivos; geram ansiedade, depressão, distúrbios no sono, enurese noturna e distúrbios de alimentação.
(Fonte: Rede Não Bata, Eduque e Laboratório de Análise e Prevenção da Violência da UFSCar. - Mas o artigo foi retirado da revista Crescer Virtual no endereço: http://revistacrescer.globo.com/Revista/Crescer/0,,EMI276085-10496-2,00-PALMADA+NO+DESCONTROLE.html)

segunda-feira, 14 de maio de 2012

Um dia para ser lembrado todos os dias...

O Dia das Mães em nossa Escola (11/05/2012) foi muito especial. Logo estaremos postando algumas das atividades feitas neste dia tão proveitoso, onde abrimos as portas de nossa escola, para receber as mães de nossas crianças. Foi simples e bonito. Parabéns a todas as Mães e a nossa equipe que fez "acontecer" este dia tão significativo!

sábado, 28 de abril de 2012

Descubra a diferença..

No dia 25/04/2012 foi o nosso Centro de Estudos para todos os professores. Nossa reunião foi muito animada, e como dinâmica tivemos a observação das fotos dos profissionais que trabalham na nossa U.E (equipe técnica-administrativa-pedagógica) como crianças, e outros momentos felizes .
Foi ótimo "olhar o passado" de forma tão doce, e perceber que ainda temos tanta coisa à nossa frente (parafraseando a profª Luciana).
Todas as fotos foram ótimas, mas conseguimos uma pérola. Com a ajuda da nossa querida Vanise, conseguimos o registro fotográfico do pátio de nossa escola, em 1975. Para fazer uma brincadeira, postamos junto uma foto tirada no dia 26/04/2012. Você consegue ver a diferença?

Acima o pátio de nossa escola em 1975 (Fonte: arquivo familiar da Vanise).

Acima o pátio de nossa escola no dia 26/04/2012.

P.S.:Agradecemos à Família da Vanise por ceder a foto.

sexta-feira, 20 de abril de 2012

Nosso 1º Encontro de Pais (31/03/2012)

Depois de muitas tentativas (Picasa, Photobucker, etc) de publicar um link para a exibição das fotos, e de somente ganhar experiência com estas tentativas, decidi publicar, como um post normal, as fotos do nosso 1º Encontro de Pais (31/03/2012).
Este evento mobilizou diversas pessoas da equipe técnica-administrativa-pedagógica da nossa U.E. e ficamos satisfeitas com o resultado. Neste dia, além de promovermos ampla divulgação dos informes escolares  também apresentamos aos pais sobre nossas diretrizes pedagógicas (divulgando também o vídeo sobre o dia 02/04 - Dia do Autismo), e também tivemos uma palestra sobre saúde oral, promovida pelos nossos parceiros do PSF-Carmela Dutra.
Acima, nossa recepção com um singelo café da manhã.

Nosso cantinho da lista de presença.

Os pais/ responsáveis concentrados nos informes.

A presença do representante da Associação de Moradores.

Informes da Direção.

Divulgando nossa proposta pedagógica / uso de diversas mídias.

Presença do PSF - Carmela Dutra.

Parceria e Presença do PSF.

Parabéns à nossa escola/ comunidade escolar!


quarta-feira, 18 de abril de 2012

Pensando um dia, entre todos os dias...

Pode parecer estranho começar um post sendo tão enfática, mas lá vai: nossa escola não trabalha com datas. Isso mesmo. Datas comemorativas nos parecem limitar e desejamos, embora com algumas restrições, a liberdade de poder ter de todos os assuntos: as mais instigantes conversas, os mais vivos diálogos, e as perguntas que sejam como uma necessidade, para nossa sede de curiosidade.
Mas pensar um dia como o Dia do Livro Infantil (no Brasil), para nós é legal. Na página do "SamartKids" tem um resumo bem legal das razões que levaram, no Brasil, a ser declarado, o dia 18 de abril, o Dia do Livro Infantil. Podem acessar o link:http://www.smartkids.com.br/datas-comemorativas/18-abril-dia-nacional-do-livro-infantil.html para conferir.
Em nossa escola, particularmente, ainda estamos em volta do imaginário e da curiosidade sobre as festas e comemorações familiares, derivada da nossa sede de autoconhecimento despertada desde o início do ano. Mas a obra de Monteiro Lobato é algo que atravessa tudo isso. Em realidade, estamos na eminência de um grande momento em nossa escola... um momento em que reuniremos a raiz de nosso patrono com a obra de Monteiro, em um giro vertiginoso através de um projeto altamente instigante. Parece demais?! Sim, até para nós! Mas é algo que vem despontando da nossa necessidade, enquanto comunidade escolar; e como negar a água do conhecimento àquele que tem sede? Sim! Temos sede!!!

segunda-feira, 16 de abril de 2012

AutoControle? Pode ser uma solução...


Autocontrole pode ser mais importante do que inteligência, diz pesquisa


Estudo que avaliou 1.500 pessoas do nascimento aos 32 anos constatou que aquelas que conseguiram se controlar desde pequenas tiveram menos problemas de saúde e vícios

Ajudar seu filho a ter autocontrole desde pequeno contribui para que ele tenha uma vida adulta mais saudável e feliz. E , para o bem-estar a longo prazo, essa qualidade pode ser mais importante até mesmo do que a inteligência. É o que mostrou um estudo da Duke University, nos EUA. Os pesquisadores avaliaram 1.500 pessoas desde o nascimento até os 32 anos. E constataram que aquelas que conseguiram se controlar desde a infância tiveram menos doenças (como hipertensão e obesidade), problemas financeiros e dependência a drogas, cigarro e álcool. 
Os cientistas levaram em conta características como tolerância aos sentimentos de frustração, persistência para atingir um objetivo, hiperatividade e dificuldade de se manter concentrado em uma mesma tarefa (montar um quebra-cabeça, por exemplo). "Autocontrole é uma qualidade vital para planejar aonde você quer ir, controlar o temperamento quando a vida o frustra, conviver bem com outras pessoas, saber esperar o que é realmente bom em vez de se contentar com seduções imediatas", disse à CRESCER Terrie Moffitt, principal autor do estudo e professor do departamento de psicologia e neurociências da Duke University. 

Essa virtude não deve ser confundida com o controle de sentimentos, a ponto de a criança aprender a reprimir o que sente (o que é totalmente contraindicado). “Uma coisa é o filho ficar chateado porque não pode ver TV na hora que quer e aprender a superar esse momento. Outra é proibi-lo de chorar porque está triste”, explica a psicanalista Anne Lise Scappaticci, professora de terapia familiar da Unifesp e colunista da CRESCER. 

A forma mais comum da falta de controle é a impulsividade: seu filho se frustra ou se cansa e deixa claro sua insatisfação – com um escândalo ou desistindo da atividade. É claro que fazer 
birra é normal na infância. Os pais só precisam ficar atentos aos exageros. "Se as reações negativas se tornam um hábito e prejudicam a criança nas relações com outras pessoas, há um problema aí", indica Moffitt. 

A consultora de Recursos Humanos Angela Camargo, 34, conversa sempre com sua filha, Luisa, de 3 anos, para que ela etenda que as frustrações fazem parte da vida. “Às vezes não é fácil, mas eu não cedo”, diz. “Mas não vivemos num quartel militar: a gente negocia um prazo, algumas trocas.” Afinal de contas, os combinados também são uma maneira de impor limites.

E saiba que o problema pode se manifestar exatamente de maneira oposta. Vítimas constantes de bullying ou crianças que ficam apáticas diante de uma situação difícil também mostram que não têm controle de si. 

Dá para ensinar? 
Os especialistas concordam que é possível, sim, orientar a criança desde cedo para que ela aprenda a ter autocontrole. A dica básica é ter em mente que o aprendizado tem dois lados, dos pais e da criança, e que uma boa conversa é essencial sempre. Adultos pacientes e equilibrados tendem a ser mais bem-sucedidos ao ajudar o filho a lidar com frustrações e limites. Veja a seguir outros exemplos de como praticar tudo isso na sua família.



Crianças pequenas
Desde bebê, seu filho consegue compreender que nem tudo é possível o tempo todo. Só que, até os três anos, a linguagem não verbal é a mais importante. A criança vai entender os argumentos do adulto pelo tom de voz e pela postura. 

Dica: esteja tranquilo e trate o assunto com a devida importância. Uma explicação dada de maneira distraída dificilmente será acatada pelo pequeno. 

Na hora das compras
Você não precisa atender todos os pedidos do seu filho. O indicado é criar regras: se o filho deseja um celular novo, os pais podem combinar com ele que a troca ocorrerá uma vez por ano ou no próximo aniversário, por exemplo. Crie condições que forcem a criança a se controlar. "É uma oportunidade para os pais mostrarem aos filhos que acreditam que eles saberão fazer escolhas sábias. A aprovação da família é um fator forte também", diz Moffitt. 

Dica: uma ideia é dar o dinheiro exato para o filho usar num passeio. Assim, ele precisará fazer escolhas sensatas para fazer a verba render. Ou, então, ao entregar a mesada, converse com o filho para ajudá-lo a planejar os gastos: se ele não comprar vários chocolates ao longo da semana, terá dinheiro para ir ao cinema com os amigos no sábado.

Com os amigos
Explique sempre para a criança que seus atos e decisões sempre têm alguma conseqüência, adequando o tom e as explicações para a idade. 

Dica: diga ao seu filho que, se explodir com o amigo num jogo de futebol, ele certamente ficará magoado. Se desistir de pintar todo o desenho porque está difícil, a obra não vai ficar tão bonita. 





Outras fontes: Guilherme Polanczky, psiquiatra da infância e da adolescência e professor da Faculdade de Medicina da USP, e Quézia Bombonatto, psicopedagoga e presidente da Associação Brasileira de Psicopedagogia
(Reportagem Juliane Silveira na Revista Crescer em: http://revistacrescer.globo.com/Revista/Crescer/0,,EMI217252-15151,00.html)

domingo, 15 de abril de 2012

Um pouco da nossa própria história:

A Escola Municipal Pio XII conta hoje com 47 (quarenta e sete) para 48 (quarenta e oito) anos de história.
Foi construída em um bairro que foi loteado pela família Rocha Miranda, por volta de 1916, e recebeu em suas ruas o nome de pedras preciosas. Nossa escola, inclusive, fica na Rua dos Rubis.
O Governo do Estado da Guanabara que construiu nosso prédio (em funcionamento até hoje, tendo recebido algumas reformas, embora tenha sido preservada a estrutura inicial). A Escola Pio XII foi inaugurada em 7 de Dezembro de 1964.
Na época da inauguração o atendimento era para o ensino primário (1ª a 6ª séries), e a escola nessa época funcionava em três turnos, contando com 18 turmas. Logo após a reforma da Lei 5.692/71, a escola passou a atender, nos três turnos, alunos de 5ª à 8ª série também.
Ainda na década de 70, após a fusão do Estado da Guanabara, com a criação do Município do Rio de Janeiro, nossa escola se tornou "Escola Municipal". Mas foi somente na década seguinte que passaria a ser uma escola de atendimento exclusivo à crianças pequenas.
Em 1985, além de contar com as turmas de Jardim de Infância (da época) também passou a ter a "Classe de Alfabetização" (CA), e em 1989, também atendeu turmas de 1ª série. Esta situação perdurou até 1997, quando as turmas de 1ª série acabaram. Mas foi somente após o ano de 2000 que a Escola Municipal Pio XII passou a ser uma escola de atendimento exclusivo para Educação Infantil.
(Fonte: Site da GeoRio - armazenzinho Bairros Cariocas; PPA (2011) e PPP da nossa Escola)

Um Pouco da História de Nosso Patrono

Eugenio Maria Giuseppe Giovanni Pacelli foi o nome recebido no Batismo por aquele que mais tarde seria o aclamado Papa Pio XII. Ele nasceu em Roma em 02 de Março de 1876 e faleceu na mesma cidade em 9 de Outubro de 1958, contando com 82 anos.

PAPA PIO XII (Patrono de Nossa Escola)

Foi eleito Papa em 02 de Março de 1939. Sua família tinha uma história ligada ao Vaticano e muito cedo, Eugenio demonstrou a vocação para seguir ligado aos estudos em teologia e a vida religiosa. Logo despontou na vida religiosa de forma a conquistar a confiança e se empenhar nas tarefas de sacerdote. Estudou Teologia, Direito Canônico e se interessou pela diplomacia. Tanto que o governo Brasileiro recebeu a visita diplomática, do então, Cardeal Eugenio Pacelli nos dias 20 e 21 de outubro de 1934. Nessa visita memorável, o Cardeal ficou hospedado no Palácio do Catete, no Rio de Janeiro, que também era a capital da República. Na ocasião, Pacelli visitou também o monumento do Cristo Redentor, e registrou este momento em fotografia memorável:
(Visita do Cardeal Pacelli, Secretário de Estado da Santa Sé e legado papal, ao Brasil, em 1934, a caminho da Argentina. Na foto ao centro Presidente Getúlio Vargas na extremidade esquerda, sentado, o Sr. Antonio Carlos Andrada, Presidente do Parlamento. - Fonte: Wikipédia)

O Cardeal Eugenio Pacelli foi aclamado Papa no dia do seu 63º Aniversário - 02 de março de 1939, em terceira votação. Escolheu o nome de Pio XII na intenção de continuar o trabalho de seu antecessor Pio XI, um homem muito piedoso. Como um homem de sua época (uma época marcada pelos regimes totalitaristas e por duas grandes guerras) o Papa Pio XII baseou seu pontificado na busca por soluções diplomáticas e que levasse à paz, contudo não agradou a todos, e dessa forma, até hoje é muito questionado quanto ao seu silêncio durante a segunda grande guerra. Sua vida e obra são objeto de estudo de diversos autores, alguns que defendem seu ponto de vista e outros que polemizam suas atitudes, em um período que já foi marcado pela tristeza da guerra.
(Fonte: Wikipédia - Texto: Aglae)

quarta-feira, 11 de abril de 2012

Dia 11/04/2012
Um dia para ser marcado no nosso calendário! Nossa escola, uma senhora de 47 para 48 anos finalmente entrou para a "Era Digital", tendo um blogg todo seu!
Ficamos extremamente felizes por esta conquista desta comunidade escolar, uma vez que a Pio XII conta com muita história, memórias, e esperanças para o futuro.
Estamos todos em construção, e nosso Blog também!
Logo, logo teremos muitas coisas para postar. É só aguardar as cenas dos próximos capítulos... :-)
Até breve.